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Se fosse um 'poeta' romântico, a despedida seria:
"Nos dias frios de abril, não pude ser feliz
Quedei-me nos andares baixos, numa escada sem degraus.
Nos dias quentes - foram poucos - além do sol ladino
batia nos olhos, olfato que se vê, lufadas podres daquele rio morto.
Eu já não tinha viço. Eu já não tinha minhas horas necessárias".
Eu, apenas.
O coração dói. Bangunçado em um devaneio.
Na corrente vermelha era só misto de angústia, sorriso e uma tristeza rouca.
Para trás a metrópole: seus carros, desentendimentos, acasos.
[provavelmente entre setembro e outubro de 2008]