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- Eu tentei, juro! - Gritou desesperadamente a garota pela janela do quarto. Só ouviram as paredes, os muros, os gatos pardos e as janelas que abrigavam a visinhança adormecida.
Murmurou depois: - Eu juro, eu juro, eu juuur...
E pensou: Juro que tentei deixar pra nunca mais...
Quilômetros menos quilômetros nas noites próximas em letras... Amarrada terrivelmente num castigo prometeu. Fez promessa para o santo das causas impossíveis e acendeu uma vela durante a terceira parte de sua saga. A vela apagou, seu desejo não foi atendido e ela ficou a olhar as constelações pela janela do quarto, imaginando como seria o céu lá!...
[15 de maio de 2006]