segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Na sacada, qualquer hora do dia. Acende um cigarro, olha São Paulo correr. Fuma porque é a única ligação que ainda mantém. Numa bruma completa, misturada com todos os outros gás carbônico da metrópole. Em algum lugar um traço do pulmão dela haveria de topar com o dele. Num sopro, o coração de um poderia sentir o de outro. Entre os gases, levemente, uma pequena possibilidade.